05
mar
11

Minha mulatinha

pois é, eu tenho uma queda por mulatas e negras. elas são quentes, muito quentes. as brancas também podem ser ótimas, mas só as moças de pele escura são quentes. falo de temperatura mesmo, é uma coisa incrível.

e faz um mês mais ou menos que achei uma perfeita, como sempre quis. magrinha e gostosinha, nenhuma gordurinha, bonita de rosto, e quente, fervendo a garota.

ela me lembra muito uma puta que peguei uma vez que fui na zona com alguns amigos, uns 4 ou 5 anos atrás. pensei, no início, que até poderia ser a mesma. talvez seja, embora muito improvável. essa tem 22 anos. deveria ter 17 ou 18 cinco anos atrás. isso se a idade dela for real, mas tem cara de 22 mesmo. e é muito boa.

é interessante ver também como as mulheres reagem. ultimamente estou tentando entender o comportamento feminino na prática. por exemplo, com essa mulatinha dos meus sonhos, já saí várias vezes e embora eu sei que não vou casar com ela, to deixando rolar o negócio, primeiro porque é muito boa de cama, segundo pra ir analisando o seu comportamento.

a primeira vez que fui pra cama com essa fiquei louco, uma calcinha curtinha, ela de quatro na cama com aquela bunda redonda me olhando. é coisa de louco. a bunda redonda de uma mulata gostosa quente é imbatível. ninguém me tira.

mas é aquela coisa também. quando eu não estava com ela, as mulatinhas me atraíam de um modo incrível. agora depois de um tempo, começo a ser atiçado pelas loiras. embora uma morena que conheço também mexe com meu fraco.

no fundo eu amo todas, e as queria ao mesmo tempo elas pra mim. quem sabe, se essa for a mesma rapariga que conheci, não role uma com a amiga….ia ser bom.

19
nov
10

desabafo


puta que pariu…! eu já tentei de tudo nesse blog, tentar escrever em modos diversos, tentat fingir que serei um escritor famoso, mas não dá, ou sai putaria ou desabafo. tá certo, tem gente que fica famoso com putaria, mas não acredito muito no desabafo.

acontece que to cansado, muito cansado ultimamente, acho que to doente de algum modo. o coração acelerado, acordo cansado, durmo cansado, passo o dia inteiro cansado. esses dias fui medir minha pressão e tal, e tava mais alta que o normal, embora ainda seja considerada pressão baixa pelos padrões médicos. e vez em quando sinto uma dor no peito, normalmente no lado esquerdo o que no início me fez pensar em um possível e iminente ataque cardíaco. mas uns dias depois senti a mesma dor do lado direito, e talvez sejam meus pulmões que estão fudidos. junto com o fígado e os rins. contando a gastrite constante que conservo com muito carinho, meu estômago também tá indo pro beleléu. em resumo, to morrendo!

talvez não seja nada disso também. uma vez me lembro que senti essas dores no peito e me receitaram um relaxante muscular, era um pouco de tensão e tal. e aí melhorou. o foda é que não me vem vontade nem de beber. quer dizer, vem, mas psicologicamente, tipo aquela vontade de beber pra esquecer as merdas da vida. essa vontade vem, mas não a vontade de me detonar, até porque quando se está detonado nos vêm um pouco de consciência de vez em quando.

tem um escritor doidão que tem muito maluco aí que gosta dele. eu também gosto de alguma coisa, mas não dessa idolatria de um monte de bêbado frustrado que não sabe da vida. enfim, o escritor se chamava Charles. Ele dizia que uma vez acordou com uns caroços pelo corpo e não sabia o que era. foi no médico e não resolveram. decidiu então tomar um porre de 3 dias e 3 noites, quando então desapareceram.

confesso que tentei isso também. tomei dois porres dos bons desde que to meio mal. mas nada, no outro dia continuava mal. talvez fosse ficção do Charles, maldito.

aliás, to com duas hipóteses prováveis pro meu problema: talvez seja uma anemia (relembrei que quando eu era pequeno minha mãe sempre dizia que eu vivia cansado porque tava anêmico), então comprei uma porrada de comida com ferro, tipo carnes em geral, fígado, feijão e lentilha a dar com pau, e vou me empanturrar disso aí nos próximos dias. Se eu não melhorar, provavelmente então estarei com algum problema no coração, imagino eu, emboraos sinais possam indicar algum tipo de hepatite, ou seja, inchaço no meu fígado. ah meu fígado, como te admiro por me suportar todos esses anos. irás pro céu, talvez sejas a única parte de mim a ir pro céu, enquanto todo o resto das minhas tripas queimará no fogo do inferno.

e tenho uma preguiça de ir ao médico, mesmo sabendo que deveria fazê-lo. a verdade é que tô sedentário pra caralho e pelo menos 1h de caminhada eu deveria fazer todo o dia, e nada. depois reclama de passar mal, bebado desgraçado.

mas minha alemoazinha me espera semana que vem. ah, minha alemoazinha… love you babe…

e chega. deixa minha cirrose me corroer por dentro. vou dormir.

07
nov
10

Lésbicas gostosas

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Two chicks getting it on brought to you by RedTube

02
nov
10

Sonhos de uma noite de verão

woweu sempre digo que volto, mas volto nada. enfim, foda-se.

a coisa é: to bebaço. e também to ouvindo um som legal. bebendo meu copo de uísque, depois de beber umas cervejas com a mexicana gostosa e um resto de uma garrafa de vodka perdida no congelador. eis-me aqui, curtindo um som e bebendo o fim do whiskie 15 anos.

eu poderia falar várias coisas. como perdi a paz e a paciência. mas falarei da noite interminável, do ruído dos motores, da sala de torturas (a minha sala de tv).

o negócio é: em agosto saí por aí, sem rumo, sem destino. cheguei numa cidade legal, bastante dominada pela arquitetura relativamente antiga. achei um hotelzinho meia-boca e tchum, dormi.

no dia seguinte fiz um giro de tarde e voltei, dormi mais esperando a noite. como é bela a noite! descobri uns bares legais, e fui bebendo. bebi, bebi até ver que estava legal. depois saí em busca de divertimento. e era a cidade certa. alguns bares pareciam apenas bares por fora, mas quando você entrava, descendo escadas e mais escadas, chegava em um ponto onde tinham moças seminuas a dançar no balcão do bar. uma cena indescritível.

fiquei ali um tempo, até perceber que ali não comeria ninguém. depois saí e fui fazer um giro. as opções àquela hora eram muitas. bastava você andar sozinho ou em um grupo de homens e logo vinham os caras com panfletos e propagandas dos strip bar da vizinhança. e ali tava cheio desses bares.

até que decidi entrar em um. pra entrar era de graça, mas um passo dentro e a mulherada pulava no seu colo. isso era foda. porque eu gosto de decidir, de analisar, de escolher aquela que mais me atrai. ali era impossível. eu dizia pra uma que tinha apenas chegado, vinham outras três e grudavam em mim, pegando no meu saco, roçando os peitos…eu tava com o pau duro, mas ainda não tinha achado aquela que deveria me conquistar pra noite. até que…

até que passou uma mulata muito gostosa. eu olhei pra ela, mas estava com outro. caralho, pensei. é essa. ela também percebeu.

fiquei ali rejeitando suas colegas que a cada dois minutos mudavam, sempre olhando pra ela. quando finalmente ela veio pro meu lado, perguntei o preço. e o que ela disse era mais que o dobro do que as outras pediam. fiquei indignado e justifiquei

“as suas amigas cobram menos da metade, caralho!”

“os preços são iguais”, respondeu.

“são nada”, eu disse, virando as costas pra mulata e voltando à última que tinha se oferecido pra mim por menos da metade. e ela me respondeu

“o preço é esse”, igualando-se à mulata.

não podia ser, era um complô. perguntei à todas outras e o preço tinha mudado, repentinamente. malditos, pensei.das duas, uma: ou quando um começa a escolher muito o preço aumenta, ou depois de uma certa hora o preço aumenta autmaticamente.

como eu não podia nem descobrir os motivos do aumento, nem bancar o novo preço, me despedi do local meio de fininho, mas ainda indignado. caminhei e caminhei pelo centro, até que achei uma plaquinha discreta mas explícita. entrei e perguntei quanto era.

“agora só temos essa moça livre”.

hey

“pra mim tá ótimo” disse analisando-a. era loira, bonita, entre 30 e 40 anos, mas em forma.

“120″, falou a cafetina.

“fechado”, eu disse. fomos para o quarto. tínhamos meia-hora pra tudo. ela não era brasileira. aliás, não faço idéia de onde era, só sei que a nossa comunicação foi mais por sinais que por palavras, mas não era muda, falava uma língua para mim ininteligível, ou russo, ou búlgaro, ou tcheco…sabe lá.

pessoalmente foi legal. senti um tesão por ter uma moça que não me entendia, e à qual eu também não entendia, mas no fim, sem a necessidade das palavras, conseguimos nos entender tão bem.

ela fazia uma chupeta maravilhosa.

e no fim me despedi com uma lambidinha na buceta…

final imbatível!

28
jun
10

Aventuras noturnas

fazia tempo que eu não saía pelas ruas a pé durante a noite. normalmente algum amigo vinha me dar uma carona em casa, já que era caminho pra balada, ou eu saía com meu carro, quando ia sozinho. na verdade, agora que to namorando, eu nem saía mais. a patroa vinha pra minha casa e ficávamos ali, bebendo e fazendo sexo.

mas sábado agora foi diferente. como minha titular viajou, decidi sair de casa, a pé, pelas 20h. sem intenção nenhuma, só pelo prazer de caminhar tranquilamente as ruas escuras e frias desta cidade.

e lá fui. evitei os locais movimentados, sentia um pouco de melancolia, aquele sentimento que não te deixa totalmente triste, mas num estado que posso descrever como a feliz tristeza de estar sozinho. e não querer estar com mais ninguém. então eu saí e numa avenida paralela à principal parei num bar da esquina e peguei uma garrafa, pra me acompanhar.

na minha cabeça tocava uma música melancólica, como um smooth jazz num entardecer chuvoso de domingo, e assim eu caminhava, e assim eu bebia minha feliz solidão.

fazia tempo que eu não me sentia assim. gosto de ficar sozinho de vez em quando e me sinto bem, mesmo se a minha namorada é legal, a solidão faz bem à mente.

segui paralelamente à avenida, ouvindo de longe os rumores, as músicas e vendo as luzes, enquanto à sombra das árvores eu caminhava.

logo que acabei a cerveja peguei outra, e assim foi até eu perceber que estava muito bêbado, e isso normalmente acontece quando vem uma fome monstruosa que te impede de beber. eu estava em uma área da cidade perto da rodovia, e achei um boteco aberto onde também serviam comida. pedi alguns salgados gordurosos e uma coca, que me salvaram a vida. senti numa mureta, enquanto admirava os arredores. vi que ao redor tinha algumas putas, e o que normalmente acontece com um bêbado a essa hora é o que aconteceu.

primeiro vi que sobraram só 15 reais. caralho, pensei, vamos tentar a sorte, talvez uma chupeta eu consigo. a primeira me olhou meio de lado. era uma loira num vestidinho curto, à beira da estrada. do jeito que me olhou não dá muita trela pra quem está a pé. quanto? perguntei, 50 incluindo boquete e buceta. e só o boquete? 40. faz por 15? não se dignou nem a responder e virou de novo pra estrada. vadia, pensei. um pouco adiante tinha uma outra, bonita, cabelo preto, mini saia e top curtissimo. as mesmas perguntas e as mesmas respostas. que merda, cartel de putas, era só o que faltava. pior que nesse caso nem o procom resolve.

tentei mais umas duas e nada. de volta ao boteco, sentei em uma mureta do outro lado da rua. passou uma gorda, com a roupa justa, chegava a ser ridícula, essa eu consigo, pensei, pelo menos a chupeta por 15. preço tabelado, nada feito. atrás da mureta tinha um estacionamento e um pouco adiante vi uma mulata muito gostosa. estava em dúvida entre ir ou ficar, no fim acabei indo, se não der volto pra casa. era muito gostosa e imaginei que diria não, quando perguntei se fazia oral por 20 ela disse sim. caralho, fudeu, só tenho 15. então porque perguntou 20? eu tava esperando um não como resposta, eu disse. faz por 15? ela pensou um pouco e disse, faço. ali na frente tem uma praça escura, me espera ali.

fui pra praça, já esperando ser assaltado, mas não perderia muito além dos 15 reais. apesar de bêbado ainda dei uma olhada, se precisar sair correndo venho por aqui ou por ali, e ia maquinando tudo, olhando nas sombras se não tinha ninguém de tocaia. num banco perto da rua um casal conversava, mas a praça parecia deserta. quando me senti tranquilo, parei e esperei a mulata que vinha devagar. aqui tem gente, falei, vamos mais pra frente que é escuro. tudo bem.

paguei os 15 adiantado, me deitei na grama, num pequeno barranco, e ali ela começou um dos melhores boquetes da minha vida. ela gostava do negócio e chupava com vontade. eu tenho um fraco por mulatas, comecei a apalpar os seios, a buceta molhada, e nunca me arrependi tanto de não ter saído com bastante dinheiro. ela fazia coisas incríveis com a lingua, lambeu o meu saco de uma maneira incrível e depois voltou a chupar com vontade. no início eu tava preocupado com o casal ali perto, ou se talvez chegasse algum comparsa pra me roubar, mas mandei tudo à merda e relaxei e gozei tanto quanto se fosse uma foda de verdade. ela foi embora e eu fiquei ali, estendido na grama com a calça baixa, quase dormindo.

quando ouvi barulhos me vesti rapidamente, mas não era ali perto. o casal ainda conversava como se não tivesse acontecido nada e talvez nem perceberam. sem pressa, voltei pra casa, com a cueca cheia de grama, mas feliz. as mulatas são sensacionais. provavelmente vou casar com uma.

21
mar
10

chora, coraçao

eu tentei. juro que tentei.

ela nao pode me culpar dessa vez. eu fiz tudo direitinho mas ela mudou de mais e ta cada vez mais exigente. eu mudei pra melhor, eu falo, agora eu falo, meu deus! eu fiz tudo o que deveria fazer, mas a mala nao quer ver. sei la, provavelmente no meio do caminho tambem arrumou um outro. cumpriu tabela eu sei. foi com tudo planejado pra dar errado. eu nervoso nao queria errar. ela pensa que trabalha, que tudo nao passa deuma extensao do trabalho onde ela impoe metas e os outros que se virem. tem muita pressao e nao consigo sobreviver com pressao. tem que ser natural o negocio, cacete. va forçar a barra da saia da sua mae.

o foda é tudo isso, tudo que gastei, tudo que pensei em fazer pensando nela, viagem, hotel, passeios, onibus, presentes, flores, pra que? pra ela chegar reclamando da vida e me acusando? cada vez mais começo a entender os homens que casam com as burras gostosas. pelo menos se acontentam com pouco. e ela nem é tao gostosa assim pra ficar se achando. vai ficar gorda e solteira e se arrepender de tudo.

maldita hora que fui achar essa poeira no fundo do sotao.  maldita hora. reclama e nao agradece nada.

vontade de acabar com toda essa palhaçada duma vez, mandar ela à merda e também a familia dela, bando de idiotas. a essas horas gostaria de saber metodos de tortura psicologica pra aplicar.

vou ter que afogar minhas magoas hoje, em algum bordel das redondezas…

13
mar
10

Em breve, mais presente

nao presentes pra voces, mas eu estarei aqui mais presente, embora isso possa ser considerado um presente, se alguma alma por sabe la que problemas mentais gostar desse blog

07
jan
10

De volta

Ok, como prometido, aqui estou novamente. Ontem enchi a cara e foi bom. Nao comi ninguem, mas tambem isso nao importa no momento. Ou melhor importa, mas nao to concentrado nisso. Vou continuar a escrever sem acentos indefinidamente, porque eh um saco ficar colocando acentos, e de qualquer forma todos estao entendendo o que escrevo assim mesmo, o que demonstra a inutilidade de tais artimanhas ortograficas.

Enfim. Do lado do ap onde moro tem uma vizinha. Eh bonita ela. Magra pra caramba, mas o rosto eh belo. Cabelo na altura dos ombros. Parece meio bobinha, mas parece apenas. Nunca subestime as mulheres.  Troquei ja algumas palavras com ela. Mas nao parece muito receptiva. Nao parece apenas. Tem um rolo dela que aparece umas 3 vezes por mes la, mas nao parece ser namorado fixo. E se for tambem, foda-se.

Qualquer dia devo tentar algum papo mais interessante entre nos. Com ela, nao com o cara, sejamos bem claros. Ainda faltam alguns milenios pra que eu troque uma mulher por outro ser diferente, seja qual for. A beleza de um seio, de uma bunda, de uma bela buceta nao existe igual.

Mas chega. Vou ficando por aqui, tenho ainda que terminar essa garrafa de vinho e depois estudar. A vida eh dura, mas qualquer coisinha nova que aparece sempre nos da uma faisca de esperança, e acreditamos como bobos…deus eh mesmo um sarcastico fela da puta…

e por isso eu gosto dele.

06
jan
10

pois é

eu to muito sumido desse blog, mas as razoes sao minhas. decidi escrever sem acentos e sem maiusculas, e as razoes sao minhas.

a verdade eh que to de saco cheio do mundo, que merda. um trabalho que nao me pagam direito, uma faculdade que faço que provavelmente nao tera nenhuma utilidade na minha vida, um amor distante e longe daquilo que se chama reciprocidade, com planejamento prum futuro incerto, que nao sabemos se existira. gastei dinheiro com esse curso de merda, agora o faço, mas a vontade eh de largar tudo e beber 3 dias de alcool, sair por aih a toa e mandar todos aquele lugar mais conhecido como merda.

chega o dia de enfrentarmos a vida. e a vida eh cruel. podemos criar familias certinhas, trabalhando em escritorios estressantes, ou podemos viver como doidos pelo mundo doido, sem ninguem e sem dinheiro. e se vive sem dinheiro?

o problema eh o dinheiro, certo. com ele em abundancia, nao trabalhamos. sem ele, somos obrigados a isso. a opçao de acertar a loteria ainda existe mas eh remota. posso achar uma coroa rica tambem, mas ultimamente nao pego nem resfriado. caralho…nao sei o que vim fazer aqui nessa cidade idiota. porque fui nascer nessa merda de pais subdesenvolvido?

ja escrevi coisa melhor na minha vida. mas eu precisava desabafar, e desabafo nao tem estilo, nao tem classe. desabafo eh como vem, senao nao eh desabafo.

ah, eu me lamento, eu me lamento…prometo a minha sanidade mental que voltarei mais frequentemente aqui nesse blog de merda, mais um dentre tantos da america latrina.

22
nov
09

A loira

Eu a vi, ali na frente da boate, dando mole. Me olhou. Sorriu. Liguei pra minha namorada e disse “a gente se fala amanha, gata, amo voce”. Ela me mandou um beijo. Desliguei o celular e fui atras da loira. Me deu o telefone e disse pra ligar depois de meia hora. Puta, pensei. Tem um encontro agora e depois da pra mim. Mas sendo de graça ta otimo, pensei.

Depois liguei pra ela. Me atendeu e marquei de pegar ela no motel. Sim, ela tava no motel, eu sabia disso. Peguei e fomos pro meu apartamento. Abri uma garrafa de vinh0 so pra dizer que abri, porque ela nao queria nada, alem de trepar. e isso foi durante toda noite.

Acordei de madrugada com o seu celular tocando. Mas ela atendeu rapido e depois desligou. Foi embora, e nao paguei nada.

Mas se precisasse eu pagaria. Valia a pena.

Ontem me ligou de novo. O futuro é foda.




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Sente-se que a privada está aberta

As mulheres de minha vida - e a minha vida - passearão por este antro patologicamente correto, fetichista, ninfomaníaco, sujo, depressivo, alcoólico e deteriorante. Vivamos a vida como ela é. O que deveria ser não é nada a não ser abstração e saudosismo barato, com pitadas de hipocrisia. Bem-vindo à privada aberta. Puxe a descarga na saída. (Talvez este blog seja uma obra de ficção e eu não exista realmente)

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